segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A fruta vem primeiro



Algo importante quer para a nossa saúde quer para a nossa carteira, especialmente quando temos o hábito de almoçar ou jantar frequentemente fora de casa, é comer uma peça de fruta sensivelmente  15 a 30 minutos antes da refeição.
Ao comer a fruta antes da refeição, além de estarmos a aproveitar todas as vitaminas e minerais da fruta que apenas assim são devidamente absorvidos, estamos a garantir que a saciedade virá mais cedo durante a refeição. Além de que, a “sobremesa” , especialmente no caso de se tratar de uma refeição fora de  casa, já está tratada, e sempre se poupa mais alguma coisa.

sábado, 24 de novembro de 2012

Idas ao restaurante

A melhor forma de poupar dinheiro nas idas ao restaurante é mesmo, caso não vá sozinho/a, pedir sopa ao início da refeição e depois pedir uma dose para dividir, tendo em conta a quantidade normalmente excessiva de carne/peixe colocada em cada dose. Caso seja necessário pode sempre pedir mais um pouco de arroz/massa/ batatas para acompanhar, o que também fica bastante em conta.
 Sugiro ainda que normalmente opte por dividir uma garrafa de água à refeição.

Marcas brancas

A favor: Preços significativamente mais baixos, propriedades nutricionais equivalentes, sabor, textura e aspecto iguais ou muito aproximados.

 Contra: Por vezes podemos demorar algum tempo a adaptarmo-nos a pequenas diferenças no sabor ou textura face ao produto original.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A importância da sopa

Especialmente em conjunturas de crise económica, o consumo diário de sopa reveste-se de uma ainda maior importância.

Senão vejamos, a sopa, especialmente quando confeccionada em casa, é um alimento económico, riquíssimo em vitaminas e minerais, especialmente importantes quando, por vezes, a fruta que comemos não é a suficiente. É rica também em água, a qual, por si só, ajuda a que nos mantenhamos hidratados. Além de que, desde que no frigorífico, mantêm-se adequada para consumo até um máximo de 3 dias, o que possibilita que esta não tenha que ser confeccionada todos os dias.

Além de tudo isto, deve ainda acrescentar-se que a sopa promove muitíssimo a saciedade,facilitando que a seguir, no “prato principal” sintamos necessidade de ingerir uma quantidade de alimentos bem mais reduzida.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Metade da quantidade, mais saúde

Quantas vezes, ou por gula, ou por nos parecer mesmo o mais adequado, não colocamos ou 2 ou 3 fatias de fiambre numa sandes, ou uma fatia de fiambre e outra de queijo, ou fiambre junto com manteiga, ou qualquer outra opção do género. Pois bem, é preciso perceber que aquilo que precisamos em maior quantidade, é mesmo o que é mais barato, ou seja os hidratos de carbono, que se encontram no pão, e que devem ser complementados com apenas uma fatia fina ou média de fiambre ou queijo (preferencialmente queijo magro e fiambre de aves) ou ocasionalmente com um pouco de manteiga ou margarina.

Assim, apesar de ao início o nosso paladar poder demorar um pouco a habituar-se a esta redução, tal, além de beneficiar a nossa carteira, vai por certo beneficiar a nossa saúde.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Comer fruta em público é “cool”

Cada vez à mais “dúvidas” de que comer fruta em público é realmente “cool”, além de que é também uma das melhores formas de ter um “snack” barato e saudável. A publicidade inunda-nos com compais essenciais (dispendiosos e com aditivos alimentares pelo meio) e com barras ou bolachas com “20 ou 30% de fruta”, processada, claro está. Os cafés, com sumos néctar ou naturais (mesmo estes não equivalem à fruta, uma vez que o açúcar da fruta está todo lá, mas a fibra alimentar desta, não).

Está pois, na hora de mudar mentalidades, todos gostamos de “ser cool” é verdade, mas é preciso perceber que muitas vezes, quase sempre, o marketing, cada vez mais agressivo e perigoso, é que escolhe o que é “cool”, e não nós. Actualmente é melhor aceite comer, por exemplo, um chocolate, ou uma barra de cereais “fitness”, do que uma peça de fruta em público (especialmente se for com casca e à dentada), isso então é quase um atentado ao pudor. Esquecemo-nos pois, que comer, por exemplo, uma maçã com casca, além de corresponder a apenas cerca de 70 kcal (45kcal por cada 100g), é uma excelente fonte de fibra, o que nos confere saciedade e ajuda a regular o trânsito intestinal, é um fonte riquíssima em diversas vitaminas e minerais, é completamente natural, barato, e ainda nos ajuda a manter os dentes limpos. Parece contudo que nos dias que correm é mais “cool” ficar com os dentes sujos, a comer algo, mais caro, normalmente mais calórico e mais processado, ou então ir fumar um cigarro.

Pois bem, as dificuldades são oportunidades, está na hora de mudarmos esta tendência.

domingo, 23 de outubro de 2011

A tentação dos refrigerantes

Em alturas de crise económica tendemos sempre a procurar a solução mais barata, por exemplo, se no café uma lata de 330ml de refrigerante custa o mesmo do que um sumo néctar ou 100% de 200ml, ou no supermercado 1,5 litros de refrigerante custam o mesmo que um litro de um outro sumo, também ele néctar ou 100%, somos tentados a ir para a solução que nos permite “trazer mais, por menos”.

Acontece que, se pensarmos um pouco, tal é o que “a sociedade de consumo” nos impõe, na verdade não precisamos de nenhuma das opções na nossa alimentação do dia-a-dia, e, no caso de optarmos pelo refrigerante, apenas estamos a comprar mais, daquilo que não precisamos. Vejamos, não usamos por hábito nenhuma destas bebidas para substituir nenhuma refeição, usamo-las sim para acrescentar a refeições que já íamos realizar. Assim no caso de optarmos por acrescentar uma lata de 330ml, estamos a adicionar cerca de 130 Kcal à nossa alimentação diária, praticamente todas elas sobre a forma de açucares simples, no caso de optarmos por um sumo néctar ou 100% de 200ml estaríamos a adicionar cerca de 80 Kcal, grande parte delas também sobre a forma de açucares simples. Por outro lado, se optarmos pela solução mais barata (apesar do aumento do iva no próximo ano) uma garrafa de água, não estaríamos a acrescentar uma única grama de açúcar simples extra à nossa alimentação diária, e ainda poupávamos uns trocos.

Está também cientificamente provado que o consumo diário de refrigerantes é por si só um factor de risco para a obesidade. Claro que podem sempre questionar, então e os refrigerantes light? Sim, é verdade, muitos deles até têm 0 kcal por 100ml ou muito perto disso, só que, além de manterem malefícios dos refrigerantes provocados pelo baixo pH destes (varia entre o 2,7 e o 3,5), o que pode levar a danificação do esmalte dentário e afectar o sistema digestivo. Possuem ainda adoçantes variados para “imitar” o efeito do açúcar, e se é verdade que não existem evidências científicas que relacionem o consumo moderado de tais adoçantes com malefícios concretos na saúde humana, a verdade é que o efeito cumulativo destes mesmos adoçantes não foi ainda suficientemente estudado.

Assim, o melhor mesmo, é preferir sempre a água em qualquer refeição (não existe nenhuma bebida que mais elimine a sede e nos proteja da desidratação do que a água) e optar por um sumo néctar ocasionalmente, ou melhor ainda por um sumo natural, não esquecendo claro que nenhum sumo, mesmo natural, substitui a importância de um consumo regular de fruta.