Quantas vezes, ou por gula, ou por nos parecer mesmo o mais adequado, não colocamos ou 2 ou 3 fatias de fiambre numa sandes, ou uma fatia de fiambre e outra de queijo, ou fiambre junto com manteiga, ou qualquer outra opção do género. Pois bem, é preciso perceber que aquilo que precisamos em maior quantidade, é mesmo o que é mais barato, ou seja os hidratos de carbono, que se encontram no pão, e que devem ser complementados com apenas uma fatia fina ou média de fiambre ou queijo (preferencialmente queijo magro e fiambre de aves) ou ocasionalmente com um pouco de manteiga ou margarina.
Assim, apesar de ao início o nosso paladar poder demorar um pouco a habituar-se a esta redução, tal, além de beneficiar a nossa carteira, vai por certo beneficiar a nossa saúde.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Comer fruta em público é “cool”
Cada vez à mais “dúvidas” de que comer fruta em público é realmente “cool”, além de que é também uma das melhores formas de ter um “snack” barato e saudável. A publicidade inunda-nos com compais essenciais (dispendiosos e com aditivos alimentares pelo meio) e com barras ou bolachas com “20 ou 30% de fruta”, processada, claro está. Os cafés, com sumos néctar ou naturais (mesmo estes não equivalem à fruta, uma vez que o açúcar da fruta está todo lá, mas a fibra alimentar desta, não).
Está pois, na hora de mudar mentalidades, todos gostamos de “ser cool” é verdade, mas é preciso perceber que muitas vezes, quase sempre, o marketing, cada vez mais agressivo e perigoso, é que escolhe o que é “cool”, e não nós. Actualmente é melhor aceite comer, por exemplo, um chocolate, ou uma barra de cereais “fitness”, do que uma peça de fruta em público (especialmente se for com casca e à dentada), isso então é quase um atentado ao pudor. Esquecemo-nos pois, que comer, por exemplo, uma maçã com casca, além de corresponder a apenas cerca de 70 kcal (45kcal por cada 100g), é uma excelente fonte de fibra, o que nos confere saciedade e ajuda a regular o trânsito intestinal, é um fonte riquíssima em diversas vitaminas e minerais, é completamente natural, barato, e ainda nos ajuda a manter os dentes limpos. Parece contudo que nos dias que correm é mais “cool” ficar com os dentes sujos, a comer algo, mais caro, normalmente mais calórico e mais processado, ou então ir fumar um cigarro.
Pois bem, as dificuldades são oportunidades, está na hora de mudarmos esta tendência.
Está pois, na hora de mudar mentalidades, todos gostamos de “ser cool” é verdade, mas é preciso perceber que muitas vezes, quase sempre, o marketing, cada vez mais agressivo e perigoso, é que escolhe o que é “cool”, e não nós. Actualmente é melhor aceite comer, por exemplo, um chocolate, ou uma barra de cereais “fitness”, do que uma peça de fruta em público (especialmente se for com casca e à dentada), isso então é quase um atentado ao pudor. Esquecemo-nos pois, que comer, por exemplo, uma maçã com casca, além de corresponder a apenas cerca de 70 kcal (45kcal por cada 100g), é uma excelente fonte de fibra, o que nos confere saciedade e ajuda a regular o trânsito intestinal, é um fonte riquíssima em diversas vitaminas e minerais, é completamente natural, barato, e ainda nos ajuda a manter os dentes limpos. Parece contudo que nos dias que correm é mais “cool” ficar com os dentes sujos, a comer algo, mais caro, normalmente mais calórico e mais processado, ou então ir fumar um cigarro.
Pois bem, as dificuldades são oportunidades, está na hora de mudarmos esta tendência.
domingo, 23 de outubro de 2011
A tentação dos refrigerantes
Em alturas de crise económica tendemos sempre a procurar a solução mais barata, por exemplo, se no café uma lata de 330ml de refrigerante custa o mesmo do que um sumo néctar ou 100% de 200ml, ou no supermercado 1,5 litros de refrigerante custam o mesmo que um litro de um outro sumo, também ele néctar ou 100%, somos tentados a ir para a solução que nos permite “trazer mais, por menos”.
Acontece que, se pensarmos um pouco, tal é o que “a sociedade de consumo” nos impõe, na verdade não precisamos de nenhuma das opções na nossa alimentação do dia-a-dia, e, no caso de optarmos pelo refrigerante, apenas estamos a comprar mais, daquilo que não precisamos. Vejamos, não usamos por hábito nenhuma destas bebidas para substituir nenhuma refeição, usamo-las sim para acrescentar a refeições que já íamos realizar. Assim no caso de optarmos por acrescentar uma lata de 330ml, estamos a adicionar cerca de 130 Kcal à nossa alimentação diária, praticamente todas elas sobre a forma de açucares simples, no caso de optarmos por um sumo néctar ou 100% de 200ml estaríamos a adicionar cerca de 80 Kcal, grande parte delas também sobre a forma de açucares simples. Por outro lado, se optarmos pela solução mais barata (apesar do aumento do iva no próximo ano) uma garrafa de água, não estaríamos a acrescentar uma única grama de açúcar simples extra à nossa alimentação diária, e ainda poupávamos uns trocos.
Está também cientificamente provado que o consumo diário de refrigerantes é por si só um factor de risco para a obesidade. Claro que podem sempre questionar, então e os refrigerantes light? Sim, é verdade, muitos deles até têm 0 kcal por 100ml ou muito perto disso, só que, além de manterem malefícios dos refrigerantes provocados pelo baixo pH destes (varia entre o 2,7 e o 3,5), o que pode levar a danificação do esmalte dentário e afectar o sistema digestivo. Possuem ainda adoçantes variados para “imitar” o efeito do açúcar, e se é verdade que não existem evidências científicas que relacionem o consumo moderado de tais adoçantes com malefícios concretos na saúde humana, a verdade é que o efeito cumulativo destes mesmos adoçantes não foi ainda suficientemente estudado.
Assim, o melhor mesmo, é preferir sempre a água em qualquer refeição (não existe nenhuma bebida que mais elimine a sede e nos proteja da desidratação do que a água) e optar por um sumo néctar ocasionalmente, ou melhor ainda por um sumo natural, não esquecendo claro que nenhum sumo, mesmo natural, substitui a importância de um consumo regular de fruta.
Acontece que, se pensarmos um pouco, tal é o que “a sociedade de consumo” nos impõe, na verdade não precisamos de nenhuma das opções na nossa alimentação do dia-a-dia, e, no caso de optarmos pelo refrigerante, apenas estamos a comprar mais, daquilo que não precisamos. Vejamos, não usamos por hábito nenhuma destas bebidas para substituir nenhuma refeição, usamo-las sim para acrescentar a refeições que já íamos realizar. Assim no caso de optarmos por acrescentar uma lata de 330ml, estamos a adicionar cerca de 130 Kcal à nossa alimentação diária, praticamente todas elas sobre a forma de açucares simples, no caso de optarmos por um sumo néctar ou 100% de 200ml estaríamos a adicionar cerca de 80 Kcal, grande parte delas também sobre a forma de açucares simples. Por outro lado, se optarmos pela solução mais barata (apesar do aumento do iva no próximo ano) uma garrafa de água, não estaríamos a acrescentar uma única grama de açúcar simples extra à nossa alimentação diária, e ainda poupávamos uns trocos.
Está também cientificamente provado que o consumo diário de refrigerantes é por si só um factor de risco para a obesidade. Claro que podem sempre questionar, então e os refrigerantes light? Sim, é verdade, muitos deles até têm 0 kcal por 100ml ou muito perto disso, só que, além de manterem malefícios dos refrigerantes provocados pelo baixo pH destes (varia entre o 2,7 e o 3,5), o que pode levar a danificação do esmalte dentário e afectar o sistema digestivo. Possuem ainda adoçantes variados para “imitar” o efeito do açúcar, e se é verdade que não existem evidências científicas que relacionem o consumo moderado de tais adoçantes com malefícios concretos na saúde humana, a verdade é que o efeito cumulativo destes mesmos adoçantes não foi ainda suficientemente estudado.
Assim, o melhor mesmo, é preferir sempre a água em qualquer refeição (não existe nenhuma bebida que mais elimine a sede e nos proteja da desidratação do que a água) e optar por um sumo néctar ocasionalmente, ou melhor ainda por um sumo natural, não esquecendo claro que nenhum sumo, mesmo natural, substitui a importância de um consumo regular de fruta.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Na inevitabilidade de lanchar no café
Por um por outro motivo acontece-nos ter necessidade de em algumas ocasiões lanchar no café. E se muitas vezes eliminamos logo os bolos das opções, e fazemo-lo correctamente, devido à elevadíssima densidade calórica, de açúcares simples e mesmo até de gordura de grande parte deles, optamos por uma opção que apesar de mais dispendiosa julgamos relativamente saudável, a tosta mista.
Ora uma tosta mista além de normalmente ter perto de 300 kcal (não se pode atribuir um valor exacto pois tal depende da quantidade e tipo de fiambre e queijo e de ser ou não barrada com manteiga), tem uma enorme quantidade de gordura, que claro, aumenta mais ainda no caso de ser barrada com manteiga, e é normalmente feita com pão branco o qual é de absorção mais rápida que o pão de mistura, e logo nos irá fazer voltar a ter fome mais cedo. Daí que seja preferível adoptar uma solução menos calórica, mais barata, e mais saudável, que uma tosta mista, como é o caso de um pão de mistura (aquecido na hora ou não) barrado com um pouco de manteiga (ter o cuidado de pedir para barrarem com pouca manteiga), solução esta que ficará mais em conta na carteira e que apresentará provavelmente (mais uma vez depende do tamanho do pão e da quantidade de manteiga, não mais de 200 Kcal, e ficamos ainda a ganhar um pouco mais de vitamina E.
Diga-se também claro, que com tal solução se irá ingerir uma menor quantidade de proteínas, mas como já aqui falámos e por certo voltaremos a falar, há formas bem mais saudáveis de ingerir proteína do que com, queijos e fiambres provavelmente dos mais baratos, e provavelmente dos mais ricos em gorduras.
Acrescentar ainda, que no caso de preferir mesmo um bolo, uma das escolhas mais económicas, é também a menos calórica, estou a falar claro, do tradicional pastel de nata.
Ora uma tosta mista além de normalmente ter perto de 300 kcal (não se pode atribuir um valor exacto pois tal depende da quantidade e tipo de fiambre e queijo e de ser ou não barrada com manteiga), tem uma enorme quantidade de gordura, que claro, aumenta mais ainda no caso de ser barrada com manteiga, e é normalmente feita com pão branco o qual é de absorção mais rápida que o pão de mistura, e logo nos irá fazer voltar a ter fome mais cedo. Daí que seja preferível adoptar uma solução menos calórica, mais barata, e mais saudável, que uma tosta mista, como é o caso de um pão de mistura (aquecido na hora ou não) barrado com um pouco de manteiga (ter o cuidado de pedir para barrarem com pouca manteiga), solução esta que ficará mais em conta na carteira e que apresentará provavelmente (mais uma vez depende do tamanho do pão e da quantidade de manteiga, não mais de 200 Kcal, e ficamos ainda a ganhar um pouco mais de vitamina E.
Diga-se também claro, que com tal solução se irá ingerir uma menor quantidade de proteínas, mas como já aqui falámos e por certo voltaremos a falar, há formas bem mais saudáveis de ingerir proteína do que com, queijos e fiambres provavelmente dos mais baratos, e provavelmente dos mais ricos em gorduras.
Acrescentar ainda, que no caso de preferir mesmo um bolo, uma das escolhas mais económicas, é também a menos calórica, estou a falar claro, do tradicional pastel de nata.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A importância da fruta
Apesar de a Organização Mundial de Saúde(OMS) atribuir anualmente 1,7 milhões de mortes a um baixo consumo de frutas e vegetais, dado que, e citando a OMS “ um consumo adequado de frutas e vegetais reduz a incidência de doenças cardiovasculares, cancro do estômago e cancro colorectal”.
Primeiro é necessário definir o que é um consumo adequado de fruta e vegetais, sendo que segundo o “Center for Disease Control and Prevention” tal deve incluir 2 porções de fruta (equivalendo cada porção a uma peça de fruta média, a 2 peças de fruta pequenas ou a 1 chávena de fruta picada ou cortada) e 3 porções de vegetais (correspondendo cada porção de vegetais a meia chávena de vegetais cozinhados, ou a uma chávena de vegetais para a salada). E segundo a OMS devemos ingerir um mínimo, e eu pessoalmente considero tal valor bastante reduzido ainda, de 400 gramas de fruta e vegetais por dia.
E se numa conjuntura de crise o consumo de sopa, e por certo falaremos mais profundamente dos incontáveis benefícios desta numa próxima oportunidade, bem como de vegetais em geral, não tende a ser afectado, devido ao preço sempre relativamente baixo de pelo menos alguns deles. E também por causa de normalmente já serem tidos como parte integrante da refeição, por exemplo em uma ida a um qualquer restaurante os vegetais no prato estão sempre “incluídos”. Infelizmente com a fruta tal não acontece, tendemos muitas vezes a olhar para a fruta como algo supérfluo às refeições e relativamente dispendioso, visão esta completamente errada e mesmo até perigosa especialmente numa conjuntura de crise.
É verdade que em qualquer altura do ano existem frutas dispendiosas à venda, mas não é menos verdade que é fácil ir ao supermercado ou à frutaria em qualquer altura do ano e encontrar frutas a menos de um euro por Quilo. Ora um Quilo de fruta equivale aproximadamente a 8 Porções, ou seja permite a uma pessoa ingerir uma quantidade de fruta apropriada durante 4 dias, o que corresponde a 25 cêntimos por dia, claro que numa conjuntura de crise todos os cêntimos contam, mas há bens em que devemos mesmo fazer um esforço para não cortar, e a fruta, é um deles.
Claro que podem sempre surgir questões sobre se as frutas “mais caras” também não são essenciais ou até mais importantes que as outras. Mas a minha percepção é de que não, senão vejamos, as frutas mais caras, são-no porque vêm fora de época ou porque só se dão em climas exóticos, pelo que muitas vezes foram apanhadas mais verdes (no caso de serem originárias de países distantes), ou foram produzidas em estufas e com recurso a mais pesticidas que as restantes ( no caso de serem frutas fora da época). Pelo que o essencial é mesmo comer fruta, preferencialmente fruta da época, que normalmente até mais barata. Sem cair claro no “erro” de comer a mesma fruta todos os dias durante tempos a fio, por dois motivos principais, para evitarmos acabarmos por nos “fartar” dela, e porque as frutas no seu todo são ricas em Vitamina C, em Vitamina E, em fibra, em folato, em potássio, entre outras vitaminais e minerais, pelo que se comessemos sempre a mesma algumas destas vitaminas e minerais acabariam por ficar em excesso, e outras em defeito.
Primeiro é necessário definir o que é um consumo adequado de fruta e vegetais, sendo que segundo o “Center for Disease Control and Prevention” tal deve incluir 2 porções de fruta (equivalendo cada porção a uma peça de fruta média, a 2 peças de fruta pequenas ou a 1 chávena de fruta picada ou cortada) e 3 porções de vegetais (correspondendo cada porção de vegetais a meia chávena de vegetais cozinhados, ou a uma chávena de vegetais para a salada). E segundo a OMS devemos ingerir um mínimo, e eu pessoalmente considero tal valor bastante reduzido ainda, de 400 gramas de fruta e vegetais por dia.
E se numa conjuntura de crise o consumo de sopa, e por certo falaremos mais profundamente dos incontáveis benefícios desta numa próxima oportunidade, bem como de vegetais em geral, não tende a ser afectado, devido ao preço sempre relativamente baixo de pelo menos alguns deles. E também por causa de normalmente já serem tidos como parte integrante da refeição, por exemplo em uma ida a um qualquer restaurante os vegetais no prato estão sempre “incluídos”. Infelizmente com a fruta tal não acontece, tendemos muitas vezes a olhar para a fruta como algo supérfluo às refeições e relativamente dispendioso, visão esta completamente errada e mesmo até perigosa especialmente numa conjuntura de crise.
É verdade que em qualquer altura do ano existem frutas dispendiosas à venda, mas não é menos verdade que é fácil ir ao supermercado ou à frutaria em qualquer altura do ano e encontrar frutas a menos de um euro por Quilo. Ora um Quilo de fruta equivale aproximadamente a 8 Porções, ou seja permite a uma pessoa ingerir uma quantidade de fruta apropriada durante 4 dias, o que corresponde a 25 cêntimos por dia, claro que numa conjuntura de crise todos os cêntimos contam, mas há bens em que devemos mesmo fazer um esforço para não cortar, e a fruta, é um deles.
Claro que podem sempre surgir questões sobre se as frutas “mais caras” também não são essenciais ou até mais importantes que as outras. Mas a minha percepção é de que não, senão vejamos, as frutas mais caras, são-no porque vêm fora de época ou porque só se dão em climas exóticos, pelo que muitas vezes foram apanhadas mais verdes (no caso de serem originárias de países distantes), ou foram produzidas em estufas e com recurso a mais pesticidas que as restantes ( no caso de serem frutas fora da época). Pelo que o essencial é mesmo comer fruta, preferencialmente fruta da época, que normalmente até mais barata. Sem cair claro no “erro” de comer a mesma fruta todos os dias durante tempos a fio, por dois motivos principais, para evitarmos acabarmos por nos “fartar” dela, e porque as frutas no seu todo são ricas em Vitamina C, em Vitamina E, em fibra, em folato, em potássio, entre outras vitaminais e minerais, pelo que se comessemos sempre a mesma algumas destas vitaminas e minerais acabariam por ficar em excesso, e outras em defeito.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A importância do Azeite
O azeite devido ao seu perfil lípidico (80% de gordura monoinsaturada, 14% de gordura saturada e 6% de gordura poliinsaturada), bem como ao seu elevado conteúdo em vitamina E e polifenóis, é considerado uma das gorduras mais saudáveis existentes. Contudo, o azeite, nomeadamente se se tratar de um azeite virgem extra (acidez* abaixo de 0,8 graus) apresenta normalmente um custo elevado, o que nos poderá levar a hesitar em “trocá-lo” por gorduras mais baratas como a manteiga ou os óleos alimentares.
Mas vejamos, o azeite, como qualquer gordura, é extremamente calórico. Uma grama de azeite contém cerca de 9 Kcal, mais do que o dobro que uma gra de proteínas ou hidratos de carbono contém (4kcal). Pelo que devemos ter em atenção a quantidade de azeite que ingerimos, até porque como possivelmente já repararam, devido a campanhas de marketing agressivas, a abertura das garrafas de azeite é consideravelmente maior do que à uns anos a esta parte, motivo este pelo qual é mais fácil “distrairmo-nos” e colocarmos na salada ou no prato bem mais quantidade de azeite do que a que desejávamos ou precisávamos. Assim devemos ter uma especial atenção à quantidade de azeite com que temperamos os nossos alimentos, evitando excessos, que se manifestam tanto na carteira como na balança.
Além da quantidade utilizada outra forma de pouparmos mas continuarmos a utilizar uma das gorduras mais saudáveis existentes como é o caso do azeite, é ter em casa duas garrafas de azeite, uma de azeite virgem extra (para temperar os alimentos) e outra de azeite virgem ( acidez não superior a 2 graus). Sendo que no caso de não notarem grandes diferenças no paladar o azeite virgem também pode ser utilizado para temperos, uma vez que representa também uma escolha saudável e menos dispendiosa.
Quanto ao azeite “de mistura”, constituído por azeite refinado e azeite virgem, este já não representa uma escolha tão saudável uma vez que o azeite refinado é originário de um azeite virgem “com defeito” que foi corrigido por processos químicos, não resultando assim apenas de extracção mecânica. Mas é contudo uma melhor escolha que os óleos alimentares.
Acresce-me apenas dizer que outra das grandes vantagens do azeite é o facto de contrariamente a muitas outras gorduras, suportar temperaturas muito elevadas (210°-220°C), sem se deteriorar, o que o torna especialmente adequado para frituras.
*A acidez do azeite em gramas de ácido oleico por 100g de produto.
Mas vejamos, o azeite, como qualquer gordura, é extremamente calórico. Uma grama de azeite contém cerca de 9 Kcal, mais do que o dobro que uma gra de proteínas ou hidratos de carbono contém (4kcal). Pelo que devemos ter em atenção a quantidade de azeite que ingerimos, até porque como possivelmente já repararam, devido a campanhas de marketing agressivas, a abertura das garrafas de azeite é consideravelmente maior do que à uns anos a esta parte, motivo este pelo qual é mais fácil “distrairmo-nos” e colocarmos na salada ou no prato bem mais quantidade de azeite do que a que desejávamos ou precisávamos. Assim devemos ter uma especial atenção à quantidade de azeite com que temperamos os nossos alimentos, evitando excessos, que se manifestam tanto na carteira como na balança.
Além da quantidade utilizada outra forma de pouparmos mas continuarmos a utilizar uma das gorduras mais saudáveis existentes como é o caso do azeite, é ter em casa duas garrafas de azeite, uma de azeite virgem extra (para temperar os alimentos) e outra de azeite virgem ( acidez não superior a 2 graus). Sendo que no caso de não notarem grandes diferenças no paladar o azeite virgem também pode ser utilizado para temperos, uma vez que representa também uma escolha saudável e menos dispendiosa.
Quanto ao azeite “de mistura”, constituído por azeite refinado e azeite virgem, este já não representa uma escolha tão saudável uma vez que o azeite refinado é originário de um azeite virgem “com defeito” que foi corrigido por processos químicos, não resultando assim apenas de extracção mecânica. Mas é contudo uma melhor escolha que os óleos alimentares.
Acresce-me apenas dizer que outra das grandes vantagens do azeite é o facto de contrariamente a muitas outras gorduras, suportar temperaturas muito elevadas (210°-220°C), sem se deteriorar, o que o torna especialmente adequado para frituras.
*A acidez do azeite em gramas de ácido oleico por 100g de produto.
Macronutrientes
Os Macronutrientes são os nutrientes que ingerimos em maior quantidade, sendo eles, as proteínas, as gorduras, e os hidratos de carbono, em uma alimentação equilibrada e sem patologias associadas uma proporção adequada seria, 55% de Hidratos de carbono, 30% de Gordura e 15% de proteínas.
Ora, poucos de nós comemos apenas 15% de proteínas por dia, valor este que seria perfeitamente saudável e suficiente. E uma vez que os principais fornecedores de proteína numa dieta diária não vegetariana são a carne e o peixe, e constando estes normalmente entre os alimentos mais dispendiosos da nossa alimentação, estamos perante uma exelente oportunidade para reverter esta situação. Claro que devemos continuar a consumir tais alimentos, podemos e devemos é moderar o seu consumo, complementando o prato com mais salada ou legumes, cogumelos enlatados e leguminosas.
Uma boa alternativa, em pelo menos uma refeição por semana, e mais uma vez caso não tenha patologias associadas, é o ovo (um máximo de dois numa refeição), alimento este menos dispendioso que a carne ou o peixe e igualmente com um alto valor biológico.
Para concluir acrescentar apenas que sempre que possível devemos tentar alternar refeições de carne com refeições de peixe e que as carnes vermelhas (vaca e porco) que muitas vezes até são mais dispensiosas que as outras, se compararmos por exemplo o custo da carne de vaca relativamente à de frango ou perú, devem ser restritas a um máximo de duas vezes por semana devido ao seu elevado teor em gorduras saturadas.
Ora, poucos de nós comemos apenas 15% de proteínas por dia, valor este que seria perfeitamente saudável e suficiente. E uma vez que os principais fornecedores de proteína numa dieta diária não vegetariana são a carne e o peixe, e constando estes normalmente entre os alimentos mais dispendiosos da nossa alimentação, estamos perante uma exelente oportunidade para reverter esta situação. Claro que devemos continuar a consumir tais alimentos, podemos e devemos é moderar o seu consumo, complementando o prato com mais salada ou legumes, cogumelos enlatados e leguminosas.
Uma boa alternativa, em pelo menos uma refeição por semana, e mais uma vez caso não tenha patologias associadas, é o ovo (um máximo de dois numa refeição), alimento este menos dispendioso que a carne ou o peixe e igualmente com um alto valor biológico.
Para concluir acrescentar apenas que sempre que possível devemos tentar alternar refeições de carne com refeições de peixe e que as carnes vermelhas (vaca e porco) que muitas vezes até são mais dispensiosas que as outras, se compararmos por exemplo o custo da carne de vaca relativamente à de frango ou perú, devem ser restritas a um máximo de duas vezes por semana devido ao seu elevado teor em gorduras saturadas.
Pressuposto
Este espaço surge num momento de profunda crise económica, em que ter uma boa alimentação, começa a ser visto por muitos como um "luxo". Assim, espero poder dar o meu contributo para que a alimentação de cada um se reflicta de forma pouco negativa na sua carteira e de forma positiva na sua saúde e balança.
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